sexta-feira, 21 de maio de 2010

MEUS DESENHOS, MINHA POESIA

eu desenho sobre mim, só depois eu olho e posso me reconhecer, imagens, imagens imagens, eu sou feita em forma, meu conteudo está aí, nos meus desenhos


existe um lugar dentro de mim, só de imagens feito como impressão de tudo o que existe, o lógico e o subjetivo, só meu, dependente de minha existencia. como ser social que sou logo perco-os.







A época dos fanzines poético-visuais, a minha forma mais convicente de comunicar, parte da coleção "Frente e VErso" que me foi levada num assalto que sofri na Terra Firme onde resido com minha mãe e meus dois irmãos.
A capa tem uma personagem de atmosfera soturna e por dentro uma explosão de sensações.
fiz em 2006 este desenho, eu assinei be'atroz, gostava de me nominar desta forma.



Esta imagem é mais recente, foi feito semana passada.
Quero me livrar do Palhaço que estava na maioria dos meus desenhos em 2006, este é colorido, a despeito da minha deficiência em trabalhar as cores em 2006.
Naquela época os meus Palhaços eram bufões carregados de violência e sofrimento, feitos na grafite, só luz e sombra, este agora é um delírio sensual.



2007/ um ano de muitas impressões, até agora eu acreditei que esta ansiedade por registrar minhas inquietudes não existia mais, foi um longo tempo que parecia desobcessão de meu potencial criativo, ao mesmo que existia uma trégua, uma conformidade que parecia PAZ, o que não existe na real, porque esta conformidade , esta sim é um inferno que preciso expurgar, junto com a apatia poética de que tomou conta de mim nestes longos 3 ANOS.

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